Participe você e os seus são bem vindos. Ajude a divulgar nosso encontro, fortalece a amizade e o vínculo familiar, lembrando que nosso tema é FAMÍLIA BERÇO DO AMOR.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
5º ENCONTRO DOS DESCENDENTES DE BRUNELLI
Venite alla festa! No período de 31/05 a 01/06, será realizado o 5º Encontro dos Descendentes de MARCO BRUNELLI, nascido em 27/04/1848 em Roverè (VR), casado com MARIA LUISA CIRESA, nascida em 28/04/1856 em Roverè (VR), que em 28/02/1889 chegaram como imigrantes ao Estado do Espírito Santo. A sua descendência é numerosa, ultrapassa a 2500 descendentes identificados, além dos inúmeros agregados pelo sagrado laço do matrimônio, que faz parte da família, sem contar outro tanto que pela convivência e afinidade se sente parte desta abençoada família. Os patriarcas e seus sete filhos, já juntos do Criador, certamente se alegram e cantam em festa por verem sua numerosa prole que se alegra e se reune para festejar a vida, a amizade, os laços de parentescos. Junte-se a nós e participe de nossa festa: enocntra-te será uma festa. Nossa programação é para se divertir e render graças ao Senhor. Iniciamos no dia 31/05 às 13 horas com uma bela caminhada, passando por parte da estrada - caminho das graças, estrada esta que a NONA LUISA, seu filho Germano, netos e bisnetos faziam para ir à Igreja de Limoeiro. A partir das 14h00 haverá campeonato de futebol com partidas disputadas pelos descendentes de Nono João x Hono Germano e pelos descendentes de Nonas Regina e Silvina x Nonos Angelo, Júlio e Domingos (Mico). Os vencedores disputarão a final no dia da desta, a partir das 14h30 no Campo de futebol de Vargem Grande. Veja a programação abaixo.
terça-feira, 5 de junho de 2012
GIOVANNI ANGELO BRUNELLI NA ITÁLIA E JOÃO BRUNELLI NO BRASIL E JÁ CHEGOU AO HEXANETO
GIOVANNI ANGELO BRUNELLI, nascido em 19/01/1876 na
comune de Cerro Veronese, imigrou-se para o Brasil com seus pais MARCO BRUNELLI
e MARIA LUISA CIRESA, e seus cinco irmãos Germano Lorenzo, Angelo Domenico,
Regina Maria, Giulio e Silvina Eugenia, chegando ao Estado do Espírito Santo em
28 de fevereiro de 1889, com apenas 13 anos de idade.
Ainda muito jovem perdeu seu pai que morreu de “tisi” como diziam os imigrantes, ou seja, de tuberculose, como muitos imigrantes italianos da época, que passaram pela dor da perda de seus pais, deixando muitas crianças órfãos e muitas mulheres viúvas, em terras distantes e sem parentes e nem amparo do Governo. Diante da perda do pai e a mãe com muitos filhos pequenos para criar, foi o esteio da família, o provedor da casa, trabalhando nos garimpos, construções de estradas e ferrovias e nas lavouras, para sustentar a família juntamente com os demais irmãos que foram crescendo.
Já adulto, casou-se com Angela Lorenzon que veio a óbito 8 dias após dar a luz uma menina, que recebeu o nome da mãe. Nas visitas à casa da ex-sogra que ficou com sua filha Angelina, como passou a ser chamada sua filha, se apaixonou pela Teresa Lorenzon, irmã de sua falecida esposa. Os pais de Teresa não aprovando o namoro dos dois, por receio de que também a mesma viesse a óbito, ela corajosamente, deixou a sua família e montada na garupa do cavalo dele, foi-se para a casa dele, e pouco tempo depois os dois se uniram em matrimonio, recebendo as bênçãos de Deus na Igreja de Limoeiro.

Da união matrimonial de João com Tereza, nasceram mais 11 filhos que somados como o do primeiro matrimônio com Angela eles tiveram 12 filhos. Foi uma união matrimonial abençoada. A sua descendência é numerosa e não para de crescer. Tudo é graça e poder do Criador. Os 12 filhos lhes geraram 104 netos e estes por sua vez triplicaram o número de descendentes, gerando 432 bisnetos. A descendência continuou crescendo, os bisnetos geraram 500 trinetos e estes por sua vez aumentaram a sua descendência com mais 63 pentanetos. Sua descendência cresceu um pouco mais, chegando a 6ª geração, lhes dando 02 hexanetos. Aos todo, até o momento, foram identificados 1.113 descendentes. O número de descendentes ainda é maior, deve crescer entre 5 e 10%, devido a dificuldades de identificar descendentes que residem em localidades desconhecidas.
João e Angela, João e Tereza, pessoas tementes a Deus e de princípios e valores religiosos e morais, plantaram em terra fértil. Vieram da Itália para o Brasil para trabalhar e povoar este Solo do Espírito Santo, e cumpriram bem suas missões. João Brunelli, um homem muito trabalhador, organizado, inteligente e culto, que soube educar seus filhos nos princípios da doutrina católica e nos princípios e valores morais e éticos. Se alguém se desviou do caminho não foi legado do patriarca João.
Aprendi amar meu querido avô João sem ter conhecido-o. Aprendi admirá-lo a cada instante que ouvia falar de você meu eterno avô, que Deus levou para o Céu antes mesmo que eu nascesse. Talvez por isso te amo tanto e tenho orgulho de ser sua neta. Amar quem se conhece, quem foi bom para a gente é a lógica, mas amar quem nunca se viu é graça, é mérito, é mistério. São os louros da conduta terrena. É colher os frutos plantados em terra fértil, é estar vivo e não sepultado. É estar ao lado do Pai olhando e velando pelos seus.
Ainda muito jovem perdeu seu pai que morreu de “tisi” como diziam os imigrantes, ou seja, de tuberculose, como muitos imigrantes italianos da época, que passaram pela dor da perda de seus pais, deixando muitas crianças órfãos e muitas mulheres viúvas, em terras distantes e sem parentes e nem amparo do Governo. Diante da perda do pai e a mãe com muitos filhos pequenos para criar, foi o esteio da família, o provedor da casa, trabalhando nos garimpos, construções de estradas e ferrovias e nas lavouras, para sustentar a família juntamente com os demais irmãos que foram crescendo.
Já adulto, casou-se com Angela Lorenzon que veio a óbito 8 dias após dar a luz uma menina, que recebeu o nome da mãe. Nas visitas à casa da ex-sogra que ficou com sua filha Angelina, como passou a ser chamada sua filha, se apaixonou pela Teresa Lorenzon, irmã de sua falecida esposa. Os pais de Teresa não aprovando o namoro dos dois, por receio de que também a mesma viesse a óbito, ela corajosamente, deixou a sua família e montada na garupa do cavalo dele, foi-se para a casa dele, e pouco tempo depois os dois se uniram em matrimonio, recebendo as bênçãos de Deus na Igreja de Limoeiro.

Da união matrimonial de João com Tereza, nasceram mais 11 filhos que somados como o do primeiro matrimônio com Angela eles tiveram 12 filhos. Foi uma união matrimonial abençoada. A sua descendência é numerosa e não para de crescer. Tudo é graça e poder do Criador. Os 12 filhos lhes geraram 104 netos e estes por sua vez triplicaram o número de descendentes, gerando 432 bisnetos. A descendência continuou crescendo, os bisnetos geraram 500 trinetos e estes por sua vez aumentaram a sua descendência com mais 63 pentanetos. Sua descendência cresceu um pouco mais, chegando a 6ª geração, lhes dando 02 hexanetos. Aos todo, até o momento, foram identificados 1.113 descendentes. O número de descendentes ainda é maior, deve crescer entre 5 e 10%, devido a dificuldades de identificar descendentes que residem em localidades desconhecidas.
João e Angela, João e Tereza, pessoas tementes a Deus e de princípios e valores religiosos e morais, plantaram em terra fértil. Vieram da Itália para o Brasil para trabalhar e povoar este Solo do Espírito Santo, e cumpriram bem suas missões. João Brunelli, um homem muito trabalhador, organizado, inteligente e culto, que soube educar seus filhos nos princípios da doutrina católica e nos princípios e valores morais e éticos. Se alguém se desviou do caminho não foi legado do patriarca João.
Aprendi amar meu querido avô João sem ter conhecido-o. Aprendi admirá-lo a cada instante que ouvia falar de você meu eterno avô, que Deus levou para o Céu antes mesmo que eu nascesse. Talvez por isso te amo tanto e tenho orgulho de ser sua neta. Amar quem se conhece, quem foi bom para a gente é a lógica, mas amar quem nunca se viu é graça, é mérito, é mistério. São os louros da conduta terrena. É colher os frutos plantados em terra fértil, é estar vivo e não sepultado. É estar ao lado do Pai olhando e velando pelos seus.
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